segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Juntos somos fortes


Refletindo...

Já era tarde da noite, depois de um dia cansativo física e mentalmente, estava no ônibus indo para casa. Quando faltava um ponto para descer, a rua escura, pela janela através do vidro vi uma placa daquelas de comerciais que dizia: juntos somos fortes.
Aquelas três palavras caíram como uma luva para definir toda aquela minha confusão de pensamentos. Estamos tão acostumados a tentar lutar sozinhos, contando apenas com a força de nosso braço para vencer. Se você é como eu, que ultimamente o único esporte em que tem tido relevante habilidade é o levantamento de garfos, admita, vencer sozinho é um tremendo desafio.
Tenho a seguinte opinião, não devemos andar sós. No livro de Eclesiastes 9:10-11 diz: “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante.”
Ok, você já deve estar perguntando: “Tá, e o que ela está querendo dizer com – ‘lutar com a força do próprio braço’? ‘Andar sozinho’?.
Hoje, por experiências que eu mesma tenho vivido, admito, como é importante ter com quem dividir a caminhada. Esse, “JUNTOS SOMOS FORTES” diz que: quando estamos unidos com nossas famílias, nossos amigos, nossa equipe de trabalho, nosso companheiro(a), SOMOS FORTES.
Somos mais fortes para traçar uma estratégica no trabalho, mais fortes para vencer as dificuldades que vierem seja em qual for o grupo de convívio social. Quando pessoas se unem pelo mesmo propósito para JUNTAS fazer algo há diferença, não apenas alcançando resultados, mas cada um é movido pelo mesmo objetivo de dar o seu melhor, de aprender a conviver, a respeitar, se superar e principalmente AMAR.
Fomos gerados como seres relacionais, somos mais fortes unidos - “Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. Romanos 12:5”, porém não estamos enxergando a silenciosa “onda” de individualidade tomando conta de tudo o que fazemos, nos deixando cada vez mais longe do que nos foi proporcionado em AMOR naquela cruz. Disse Jesus: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. João 15:12”

No Amor de Jesus,
Shay

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Chegar perto é igual a NÃO CHEGAR!

"Chegar perto é igual a NÃO chegar!"

Podemos decidir viver toda uma vida da seguinte maneira: no quase, um pé lá outro cá, meia banda e por aí vai..
Quando que Deus nos criou para viver experiências inteiras! Ele mais do que ninguém (mais do que nós mesmos) deseja que alcancemos ________ _____ ___.
P.S: No fim deste post vou dizer o que Ele deseja que alcancemos!

Lendo 1 Samuel me deparei com a história de Saul. E até então não tinha parado para analisá-la de uma forma mais profunda, digamos.
Minha imagem mental sobre Saul era a seguinte, o Rei velho e louco que foi a pedra no sapato de Davi. O que eu mal sabia era que a história dele serve hoje como lição de vida pra mim, para todos nós.
Pra mim, Saul foi o Rei do "quase lá". Vou explicar porque.

1 Samuel 9 ao 15 conta a história que vou abreviar por aqui.

Naquele tempo o povo de Israel era liderado por juizes, o profeta Samuel já era de idade avançada quando o anciãos de Israel se reuniram e pediram que fosse constituído um reinado.
Saul era filho de Quis da tribo de Benjamim, A bíblia conta que ele se destacava, entre TODO o povo não havia ninguém semelhante a ele, Deus o tinha escolhido.
Então Saul vai fazer uma visita à Samuel para saber sobre umas jumentas de seu pai que estavam perdidas, mas, Deus já havia falado para Samuel que naquele dia o homem escolhido por Ele para ser rei de Israel iria visitá-lo.
Naquele mesmo dia Samuel conta para Saul tudo o que viria acontecer com ele assim que fosse embora. No caminho após se despedir de Samuel, Deus mudou seu coração, todos os sinais aconteceram e ele foi cheio do Espírito Santo, profetizou no meio de profetas. Para confirmar que Deus o havia escolhido.
Logo após Saul é nomeado Rei, um tempo se passou...
Num certo dia Deus usou Samuel para falar com Saul, disse para ele que se lembrava de como o  povo Amaleque se opôs ao povo de Israel quando subiam do Egito. Então, Deus disse para Saul ir até este povo e destruí-los totalmente e não perdoá-los pelo mal que fizeram.
Quando Saul e o povo feriu os Amalequitas pouparam a vida de Agague Rei deles. Além disto aceitaram seus despojos com as melhores ovelhas e vacas.
A bíblia fala que neste momento Deus fala a Samuel que se ARREPENDEU de haver posto Saul como Rei.
Samuel procura Saul e pergunta porque ele fez tal desobediência a palavra de Deus. Saul não percebendo a gravidade do que fizera comenta, trouxemos bons despojos para oferecer sacrifícios a Deus.
Samuel diz, "tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar (I Samuel 15:22)".
A ficha de Saul cai, e ele confessa que temeu mais ao povo do que a Deus. Ele se desespera, reconhece que errou, rasga um pedaço da capa de Samuel, quando que o mesmo apenas lhe diz: "Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti para que não sejas rei. (I Samuel 15:26)"
Saul responde, "Pequei, honra-me porém agora diante dos anciãos do meu povo, e diante de Israel; e volta comigo, para que adore ao Senhor teu Deus. (I Samuel 15:30)".
O final desta história é que Deus escolhe Davi para ser Rei no lugar de Saul, e Saul desde então teve uma vida sem a direção de Deus até sua morte.

Você pode ser belo, ser realmente excepcional no que faz (estudo, talentos, dons, profissão), ser bonzinho e ainda sim viver uma vida igual a de Saul "quase lá".
Saul passou a vida inteira nadando, nadando e morreu com a água no joelho. Ele estava muito perto da praia, mas, preferiu se afogar.
Desta história consigo ver várias lições de vida..
E a principal delas é, você pode passar a vida inteira achando que conhece quem é Deus, sem realmente conhecê-lo. 
Saul não conhecia a Deus, não temia a Deus e ainda achava que oferecer sacríficios resolveriam todos os seus problemas.

Teve diversas oportunidades, desperdiçou todas elas, Deus o permitiu alcançar o lugar máximo que uma pessoa poderia alcançar na época, o Reinado.  E ele mesmo causou sua ruína ao ponto de 2x no mesmo capítulo o Senhor dizer que se arrependeu de tê-lo estabelecido Rei de Israel.
Ele não percebeu que Deus facilmente poderia lhe proporcionar tudo, afinal Deus o amava, mas Saul preferiu rejeitar o Senhor e as suas palavras, preferiu rejeitar uma amizade com Deus.
Foi insensato, religioso, estava tão perto de Deus e tão longe.
Afinal, chegar perto é igual a não chegar!

É assim que vivemos hoje, os sacríficios deste século são: fazer boa ação, ir de vez em quando numa igreja (seja católica ou evangélica),  rezar ou orar quando a coisa aperta, cantar música com o nome de Deus, saber o Pai Nosso, ter adesivo de fé no carro, vestir camisetas que falam do amor dEle, fazer jejum, subir monte, peregrinar de joelhos, subir a escadaria da Penha, pagar promessa; bom N outras coisas...
E ainda sim, dar mais ouvidos aos homens do que a Deus.

Não podemos dizer que somos amigos de alguém se não investimos nesta pessoa, se não gastamos tempo com ela.. não dá pra dizer que conhece Deus quando que só se recorre à Ele como "gênio da lâmpada" para resolver problemas.

Desde a época de Adão, passando por Saul e até hoje, Deus deseja uma única coisa: Ser amigo do homem. 
Ele mais do que ninguém (mais do que nós mesmos) deseja que alcancemos intimidade com Ele.

"E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração." Jeremias 29:13

No Amor do Pai,
Shay