segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Juntos somos fortes
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Chegar perto é igual a NÃO CHEGAR!
Podemos decidir viver toda uma vida da seguinte maneira: no quase, um pé lá outro cá, meia banda e por aí vai..
Quando que Deus nos criou para viver experiências inteiras! Ele mais do que ninguém (mais do que nós mesmos) deseja que alcancemos ________ _____ ___.
P.S: No fim deste post vou dizer o que Ele deseja que alcancemos!
Lendo 1 Samuel me deparei com a história de Saul. E até então não tinha parado para analisá-la de uma forma mais profunda, digamos.
Minha imagem mental sobre Saul era a seguinte, o Rei velho e louco que foi a pedra no sapato de Davi. O que eu mal sabia era que a história dele serve hoje como lição de vida pra mim, para todos nós.
Pra mim, Saul foi o Rei do "quase lá". Vou explicar porque.
1 Samuel 9 ao 15 conta a história que vou abreviar por aqui.
Naquele tempo o povo de Israel era liderado por juizes, o profeta Samuel já era de idade avançada quando o anciãos de Israel se reuniram e pediram que fosse constituído um reinado.
Saul era filho de Quis da tribo de Benjamim, A bíblia conta que ele se destacava, entre TODO o povo não havia ninguém semelhante a ele, Deus o tinha escolhido.
Então Saul vai fazer uma visita à Samuel para saber sobre umas jumentas de seu pai que estavam perdidas, mas, Deus já havia falado para Samuel que naquele dia o homem escolhido por Ele para ser rei de Israel iria visitá-lo.
Naquele mesmo dia Samuel conta para Saul tudo o que viria acontecer com ele assim que fosse embora. No caminho após se despedir de Samuel, Deus mudou seu coração, todos os sinais aconteceram e ele foi cheio do Espírito Santo, profetizou no meio de profetas. Para confirmar que Deus o havia escolhido.
Logo após Saul é nomeado Rei, um tempo se passou...
Num certo dia Deus usou Samuel para falar com Saul, disse para ele que se lembrava de como o povo Amaleque se opôs ao povo de Israel quando subiam do Egito. Então, Deus disse para Saul ir até este povo e destruí-los totalmente e não perdoá-los pelo mal que fizeram.
Quando Saul e o povo feriu os Amalequitas pouparam a vida de Agague Rei deles. Além disto aceitaram seus despojos com as melhores ovelhas e vacas.
A bíblia fala que neste momento Deus fala a Samuel que se ARREPENDEU de haver posto Saul como Rei.
Samuel procura Saul e pergunta porque ele fez tal desobediência a palavra de Deus. Saul não percebendo a gravidade do que fizera comenta, trouxemos bons despojos para oferecer sacrifícios a Deus.
Samuel diz, "tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar (I Samuel 15:22)".
A ficha de Saul cai, e ele confessa que temeu mais ao povo do que a Deus. Ele se desespera, reconhece que errou, rasga um pedaço da capa de Samuel, quando que o mesmo apenas lhe diz: "Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti para que não sejas rei. (I Samuel 15:26)"
Saul responde, "Pequei, honra-me porém agora diante dos anciãos do meu povo, e diante de Israel; e volta comigo, para que adore ao Senhor teu Deus. (I Samuel 15:30)".
O final desta história é que Deus escolhe Davi para ser Rei no lugar de Saul, e Saul desde então teve uma vida sem a direção de Deus até sua morte.
Você pode ser belo, ser realmente excepcional no que faz (estudo, talentos, dons, profissão), ser bonzinho e ainda sim viver uma vida igual a de Saul "quase lá".
Saul passou a vida inteira nadando, nadando e morreu com a água no joelho. Ele estava muito perto da praia, mas, preferiu se afogar.
Desta história consigo ver várias lições de vida..
E a principal delas é, você pode passar a vida inteira achando que conhece quem é Deus, sem realmente conhecê-lo.
Saul não conhecia a Deus, não temia a Deus e ainda achava que oferecer sacríficios resolveriam todos os seus problemas.
Teve diversas oportunidades, desperdiçou todas elas, Deus o permitiu alcançar o lugar máximo que uma pessoa poderia alcançar na época, o Reinado. E ele mesmo causou sua ruína ao ponto de 2x no mesmo capítulo o Senhor dizer que se arrependeu de tê-lo estabelecido Rei de Israel.
Ele não percebeu que Deus facilmente poderia lhe proporcionar tudo, afinal Deus o amava, mas Saul preferiu rejeitar o Senhor e as suas palavras, preferiu rejeitar uma amizade com Deus.
Foi insensato, religioso, estava tão perto de Deus e tão longe.
Afinal, chegar perto é igual a não chegar!
É assim que vivemos hoje, os sacríficios deste século são: fazer boa ação, ir de vez em quando numa igreja (seja católica ou evangélica), rezar ou orar quando a coisa aperta, cantar música com o nome de Deus, saber o Pai Nosso, ter adesivo de fé no carro, vestir camisetas que falam do amor dEle, fazer jejum, subir monte, peregrinar de joelhos, subir a escadaria da Penha, pagar promessa; bom N outras coisas...
E ainda sim, dar mais ouvidos aos homens do que a Deus.
Não podemos dizer que somos amigos de alguém se não investimos nesta pessoa, se não gastamos tempo com ela.. não dá pra dizer que conhece Deus quando que só se recorre à Ele como "gênio da lâmpada" para resolver problemas.
Desde a época de Adão, passando por Saul e até hoje, Deus deseja uma única coisa: Ser amigo do homem.
Ele mais do que ninguém (mais do que nós mesmos) deseja que alcancemos intimidade com Ele.
"E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração." Jeremias 29:13
No Amor do Pai,
Shay
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
"O lugar é você quem faz"
Admito que demorei bastante para entender o real significado de cada uma dessas palavras, demandei bastante energia pensando nelas de uma forma solta, aleatória. O sentido veio quando eu percebi que a resposta estava no amor de Deus.
Muitos me disseram, quando você voltar pro Brasil vai sentir aquela crise "pós", pós-Europa, pós-viagem, pós-primeiro mundo; e "pós" por aí vai...
Essa minha "crise" veio de uma forma diferente, chegaria inevitavelmente, independente de ter saído sim ou não do Brasil. E sabe por quê?!
Porque nós não precisamos de muitos enredos para viver uma crise ou criar a típica tempestade num copo d'água. Nesse sentido uma gota de conflito nos basta!
Seja uma mudança de trabalho, término de um namoro, estudos e etc; qualquer situação que esteja fora do nosso controle entra na categoria de "desconhecido", e automaticamente se torna o NOVO que nos causa MEDO.
Só podemos experimentar a plenitude do significado desta frase: "o lugar é você quem faz" quando realmente entendemos QUEM SOMOS, qual é a nossa identidade.
Quando permitimos que situações, coisas ou pessoas nos digam QUEM SOMOS nós falhamos.
"os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra.
os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito, aos quais iam sendo dia a dia formadas, quando nenhum deles havia ainda." (Salmos 139:15-16)
Todas as vezes que decidimos dar ouvidos aos outros sobre QUEM SOMOS permitimos que roubem de nós a verdade, porque só Deus pode nos dizer QUEM REALMENTE SOMOS, Ele nos criou.
Sem precisar fazer uma busca detalhada em minha memória, consigo lembrar de diversas situações em que ouvi e senti palavras duras como esta:"isso não é pra você, não esperava que você fosse conseguir, você não é capaz, desista, se eu fosse você nem tentava..".
A verdade é que até o fim de nossas vidas vamos lidar com essas frases ferinas. E se as escutamos, elas começam a definir quem somos, nos cercam de medo, covardia e fracasso pessoal.
Mas, quando buscamos a resposta em Deus evitamos fadiga, não corremos na intenção de a todo custo agarrar o vento e sim apreciá-lo.
"Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei.
E buscar-me-eis, e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração." (Jeremias 29:11-13)
Escrevendo essa reflexão lembrei de uma música (HOW HE LOVES), em português ME AMA cantado pelo Diante do Trono. Um trecho da música diz:
"Eu não tenho tempo pra perder com ressentimentos
Quando penso que Ele
ME AMA"
De um tempo pra cá decidi, todos os dias ao acordar perguntar pra Deus incansavelmente: Jesus, QUAL É A MINHA IDENTIDADE?
Preciso todos os dias guardar essa resposta em meu coração e me proteger em seu amor.Quando entendemos e aceitamos o amor dEle por nós começamos a perceber que todo o resto é PERDA DE TEMPO, aflição boba de espírito.
"No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.
Nós amamos porque Ele (Jesus) nos amou primeiro." (1 João 4:18-19)
Meu mais sincero desejo é que possamos (me incluo nisto) parar de perder tempo e apenas desfrutar, viver em plenitude tudo que por Amor Ele já preparou para nós mesmo no meio das dificuldades, desafios e problemas.
Quando sabemos quem somos temos convicção de que Ele não nos abandona independente das circunstâncias.
Se escolhemos perder tempo com ressentimentos, medos, conflitos não recebemos o amor dEle e consequentemente não conseguimos AMAR o próximo (família, amigos, desconhecidos), não conseguimos fazer o que deve ser feito com a certeza de QUEM SOMOS nEle.
Tudo começa e termina no AMOR, em Cristo Jesus e o calvário (não consigo imaginar maior prova de amor do que esta!).
"O lugar é você (através do AMOR dEle) quem faz".
No Amor do Pai,
Shay
sábado, 23 de junho de 2012
pés andarilhos
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Não precisam me dizer que estou sumida, estou me sentindo uma mãe desnaturada, uma filha desajuizada que não dá notícias..rs
Vou contar pra vocês o que passa, tenho viajado bastante, aproveitei os feriados e mini-férias que eles tem aqui para conhecer outros países: Espanha (Barcelona), Portugal (Porto), Marrocos (Fes e Marrakesh), Inglaterra (Londres) e mais umas cidades da França. E sim, estou com uma quantidade absurda de fotos para editar, tratar e postar.
Deixando vocês por dentro dos últimos acontecimentos além das viagens, infelizmente não fui selecionada para expor em julho, mas só o fato de ter participado da seleção, ter mostrado meu projeto e recebido uma análise crítica já me deixou muito feliz.
No último mês meu projeto oficial ganhou a cara que eu queria, depois de muito trabalho e paciência, agora rever as fotos me deixa com um sorriso tímido de satisfeito nos lábios.
Hoje meu post será dedicado ao projeto: Arquitetura Romana - Arles.
Até chegar em Arles o projeto que eu tinha em mente era um pouco diferente, mas com o passar do tempo foi ficando mais concreto e diferente da ideia inicial.
Arles tem 4 grandes patrimônios histórico da época do Império Romano, além de muros em ruínas espalhados pela pequena vila, eles foram tombados pela Unesco e antes que eu tivesse ideia disto tinha decidido fotografar a Arquitetura Romana da cidade, até que quando fui visitar o "Musée départemental - Arles antique" (um museu destinado às coleções arqueológicas da cidade de Arles) descobri que este ano é o 30º aniversário de tombamento pela Unesco dos monumentos do império Romano da cidade.
Neste momento tive convicção de que estava no caminho certo... e da convicção ao resultado final o caminho é árduo, viu?! rs
Com as referências recebidas pelos professores, livros e outros alunos, percebi que precisava me arriscar no fotografia em filme preto e branco. Decidi abraçar a ideia de voltar para o analógico, para a grande probabilidade de perder filmes, de horas a fio digitalizando películas, dos retoques no photoshop e da alegria do resultado.
Perdi a conta das inúmeras vezes que voltei aos mesmo lugares para fotografar, das películas perdidas, da revelação errada, e N outros contratempos. No fim, não tem nada mais gostoso do que ver uma foto literalmente, nascendo.
Este ensaio tem como objetivo mostrar detalhes da arquitetura Romana (através de formas geométricas, composições, texturas e sombras) ainda existentes na cidade através desses imponentes monumentos.
Pelo blog vou postar parte do projeto, no post seguinte falo mais sobre as viagens acompanhada de fotos.
Beijos,
Shay
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Um tour por Paris
Oiii,
por aqui tudo bem. Espero que por aí também!
Esse post tão comentado, planejado e prometido está tão "gordo" de informações que não sei por onde começar. Vamos conversar sobre Paris "mes amis"!
Antes de qualquer coisa, só um detalhe, serei muito sincera.
Porque afinal, também estamos aqui pra falar abertamente sobre as partes não tão legais de um intercâmbio, ora bolas.
De Arles até Paris, de trem, 4h de viagem. Lindas paisagens, um bom playlist no iPod e rumo a..., a... a minha primeira indignação em solo Parisiense! Pisei na estação, lotada de pessoas (que mais pareciam formigas) indo de um lado para o outro. E eis que a indignação bate em minhas narinas, um cheiro de xixi insuportável. Ou gente, pera lá (estou no primeiro mundo, confere?!)!! Não estou falando nas ruas, eu disse, DENTRO da estação!
Ok, passada a primeira impressão sem dramas e grandes traumas olfativos cheguei na casa de uma amiga, fica a 40min de trem do centro. O que pra mim foi muito bom, consegui conhecer um bairro menor, reservado e sem a correria do Centro.
Apesar do mal cheiro de algumas (várias) estações, a sujeira e aglomeração o transporte metroviário funciona que é uma maravilha (pelo menos nos dias que estive em Paris), sempre pontual e com linhas que cobrem tranquilamente todo o roteiro turístico (e além).
Na primeira, como foram poucos dias, resolvi andar, andar e andar. Queria ter a certeza que estava lá e pelo menos passar na frente de todos os pontos turísticos possíveis em uma só caminhada: Louvre, Torre Eiffel, Rio Sena, Trocadeiro e etc.
Já na segunda vez, decidi me dedicar aos museus, menos o Louvre (ficou para a terceira visita, em Maio): Museu d'Orsay, Museu Jeu de Pomme (fotografia), Museu du quai Branly, Museu le Grand Palais.
Além das inúmeras opções, escolhi estes porque tinham exposições que me interessavam, mas Paris respira arte e pra quem vive disso visitar à cidade é obrigatório pelo menos uma vez na vida.
Imagina, você entrar nos museus e ver estudantes de desenho, artes plásticas, arquitetura, fotografia... sentados no chão desenhando, pirando sozinho, fazendo esboços, escrevendo poemas ou descansando mesmo, alguns museus levam um dia inteiro para conhecer. Acredite, é muito fácil se deparar com o inusitado em Paris, desde comportamento ao estilo do tradicional Parisiense.
Tirando meu desejo súbito e devastador de querer morar pra sempre em Paris, trabalhar em algum museu/galeria com fotografia e viver de arte. Paris realmente tem seus encantos a qualquer hora do dia e estação do ano!
O melhor momento foi, esquecer do mapa que estava dentro da bolsa, andar pelas ruas como se fossem velhas conhecidas, entrar em boutiques de marca, brechós, ver cardápio de restaurantes, quando entre uma rua e outra você, de repente, dá de cara com uma torre (uuuuooouuu!), assim, bem sem graça sabe?! Tão sem graça que você sente vontade de rir e chorar ao mesmo tempo. Isso na primeira vez, na segunda você acha fantástico, mas, sem fazer escândalos.
E como eu sempre penso, as reações humanas muitas vezes são refletidas em comportamentos inesperados. Pra exemplificar, um relato: Estou eu, andando numa avenida que obviamente eu não sei o nome, como uma Parisiense nascida e vivida, quando duas meninas no sentido oposto ao meu se deparam com a Torre entre uns prédios e começaram a gritar, pular se abraçar tudo ao mesmo tempo, parecia que elas tinham visto um astro do pop rock, o mais cobiçado do momento. O que deixou minha “humilde” reação parecer tão sem empolgação, mas não menos emotiva. rs
Conclusão: Paris é roteiro necessário, sem dúvida. Você encontrará muitas coisas boas, terá recordações deliciosas, muitas histórias pra contar. Aquele charme e romantismo dos casais ao pé da Torre é real, acredite! Por outro lado, não tenha o sonho dourado de pensar que tudo é limpo, cheiroso, que não vai ter gente querendo que você compre mini torrezinha nos pontos turísticos, que você não vai enfrentar MUITA fila e que terá que dividir uma tela de Picasso, Van Gogh com trinta cabeças. E por último, mas, não menos importante, também não posso dizer que você não vai encontrar nenhum brasileiro que te faça sentir vergonha alheia, ao ponto de querer se esconder dentro de uma sacola. Mas, faz parte, né?!
Agora falando de Arles, voltei de Paris com a "agenda" cheia. Tive mais uma entrevista para a seleção dos fotógrafos da exposição em julho, agora é a parte 3, enviar fotos e ficha técnica por email, esperar o resultado (sai dia 27/04) e torcer, é claro!
No feriado da Páscoa a cidade estava em festa, além disto teve a Corrida do touro. Comprei meu ingresso, pensei, afinal em pleno século XXI não deve ser tão pavoroso!
Pavoroso foi elogio para o que meus olhos viram, assistir 6 touros morrerem em 2h30min de "espetáculo" e ainda escutar um público digno de estádio de futebol aclamando o toureiro assassino, foi demais pra mim. Me rendeu umas duas noites de pesadelo! Eu entendo que é cultural, mas não admito que algo assim ainda aconteça hoje em dia, tamanha crueldade e estudipez...
Bom, por hoje é só...falei demais! rs

museu Jeu du Pomme (fotografia)

Museu Du Quai Branly -
tem um acervo arqueológico enorme

quarta-feira, 28 de março de 2012
2 meses de França
Primavera digna de flores por toda a cidade, arbustos verdes e pessoas maisalegres.Não sei se é impressão minha, mas sempre acho as pessoas mais "vivas" no calor. Eu sou uma delas!
Por aqui as coisas estão começando a ficar mais rotineiras.
Já comecei a falar pelos cotovelos, não que eu esteja no nível-PRO do Francês, digamos que estou na fase de falar o idioma até em pensamento..Dia 31 completo 2 meses de França, e começo a
sentir um turbilhão de sentimentos desde o simples: "parece que cheguei ontem" como
Este ano a escola completa 30 anos, ontem foi a abertura dos eventos de comemoração. Escola cheia de gente importante, muitas conversas regadas a coquetel farto de comidinhas e champanhe (nessa eu pasmei, esperava no máximo um vinho).
- No último fim de semana tivemos Carnaval em Arles. Ohhh minha gente, nem em sonho se parece com o que vemos por aí. Não sou uma amante de carnaval, mas deixando minha opinião sobre o feriado prolongado mais cobiçado pelos brasileiros.. foi tão tranquilo que foi
- Outro dia pensei, quero comer algo que me lembre o Brasil. O mais próximo que consegui foi
a guacamole açucarada com cara de "nojinho". Pode?! rs
Mudando de assunto, no último post falei pouco sobre Paris e minhas primeiras impressões da cidade, né?





























